
Dizem que quando um filho, pela primeira vez, nos dá a mão, nos prende para sempre.
Acredito que assim seja e, por experiência própria, afirmo que o laço criado é bilateral.
Ao meu pai devo muito do que hoje sou. Não só pela carga genética, mas, mais do que isso, por tudo o que me ensinou - a integridade, a honestidade, a ginástica mental, a razoabilidade, a ponderação, a fineza de que o humor é capaz, o gosto pela boa música, pela pintura, entre tantas outras coisas.
Adoro passear de braço dado com ele, e faço-o cheia de orgulho, porque o meu pai é o melhor do mundo, simplesmente porque é o meu.
Papá, embora longe, sabes que te trago sempre no coração.
Aqui fica o grande beijo, no teu dia, da filhota que te adora mais do que morangos, mesmo que cobertos de chocolate ;-)