quinta-feira, 30 de outubro de 2008

E amanhã...


... hay fiesta, pues que si ;-)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Surpresa

Uma série onde várias vidas se cruzam e onde a frágil condição humana se revela.
No receio de quem enfrenta o desconhecido a prova de que todos, sem excepção, são humanos, cheios de qualidades e defeitos e de que a vida de cada um é feita, tal como a nossa, de risos e lágrimas.
Uma prenda de anos inesperada de amigos longínquos que
A-D-O-R-E-I :-)

domingo, 26 de outubro de 2008

Et voilà...


... la table ;-)
Bonitinha, não?

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Verdade seja dita


Já aqui muitas vezes dei conta da minha falta de jeito para a cozinha e assumo, convicta, que os jantares que dou cá em casa fazem um "brilharete" à conta dos dotes culinários da minha super-filipina.

Mas, que diabo. Honra também me seja feita.

Amanhã há jantarada chez-moi e dediquei-me com gosto a tratar dos aperitivos. É que, posso não ter pachorra para os pratos principais, mas preparar uns tomates-cherry com bolinhas de mozarela e basílico dá-me um gozo bestial.

Sou assim, que querem? Gosto de coisas bonitas ;-)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Lost in translation


Apesar de advogada, confesso, nunca gostei muito de tribunais. Quando ouço falar em tribunal, recordo logo esperas infindas, adiamentos consecutivos, o trato cheio de "salamaleques" e a estopada que é ouvir uma sucessão de testemunhas para a produção de prova.

Ora, se o apuramento da verdade, por vezes, já é complicado quando todos os intervenientes falam a mesma língua, imaginem, associar aos julgamentos uns auriculares com tradução simultânea. Uma confusão!

Mas, tenho de reconhecer, este "lost in translation", aliado à natural diferença de culturas, provoca frequentemente situações hilariantes.

Ontem, num julgamento relativo a um acidente de viação perguntava-se à mulher da vítima como encontrara o marido. A dita senhora ter-se-á com certeza referido ao ar combalido e ao esgar de dor em que o pobre se encontrava, mas a tradutora achou por bem que um "encontrei-o com a cara dolosa" traduziria bem o estado do homem.

A melhor de todas, porém, foi a resposta à pergunta seguinte: "Explique, por favor, porque é que a senhora se despediu do seu emprego para acompanhar o seu marido ao longo do internamento hospitalar". "Porque lhe tinha de ir fazer caldinhos e dar massagens, senhor doutor"!

Óbvio! quem poderá neste mundo sobreviver sem caldinhos e massagens?! ;-)

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Olá tia!


Ontem ouvi um "olá tia!" bem sorridente do outro lado da linha :-)
Derreti.

Hot Yoga


Tornei-me assumidamente fã.
Descrever aqui uma aula faria parecer coisa de masoquistas e assustar o mais afoito. Vão ao engano, por isso. Experimentem!
E, depois, digam-me se não tenho razão ;-)